Às vezes eu fico pensando tanto, em tantas coisas, que minha cabeça dá um nó; e que coisas são essas, você me pergunta? Eu não sei responder-lhe, porque são tantas! Principalmente na fragilidade do ser humano em deturpar os sentidos, em buscar o infindável, em coexistir apenas com o que o mundo oferece. Aí eu penso que: realmente, somos responsáveis por nossos próprios enganos (como diz a música docemente cantada por Angela Rôrô) – e estes tais enganos emanados por nós, são somente nossos. Eu sei, que a sociedade nos impõe padrões, que geralmente são impossíveis de serem seguidos, mas mesmo sabendo disso, o ser humano tende a segui-los “custando o que custar”, às vezes, isso infantiliza as pessoas, por elas não tomarem uma atitude própria e dizer o que realmente importa. Mas novamente repito: fazemos de tudo para adentrarmos nesse mundo, para estarmos inseridos nesses grupos, pois, em nosso consciente coletivo já existe a ideia de que se você não se enquadrar (dá uma sensaç...